domingo, 17 de março de 2013
Clássico Rei. Fortaleza 0 x 2 Ceará
Alguém pode explicar quais os benefícios gerados numa disputa entre os dois maiores times de futebol do nosso estado (ceará x fortaleza), é uma verdadeira barbárie, a cidade vira um caos ninguem pode sair nas ruas, imagine andar de ônibus, a policia mobiliza todo o seu efetivo para tal evento, coisa sem a minima lógica, verdadeiro animais se gladiando, e nós cidadães ficamos no meio desse fogo cruzado.
E a bosta da copa do mundo esta chegando ai , então vamos provar para o mundo que somos capazes de concluirmos arenas destinadas a essa merda alienadora que é o FUTEBOL em tempo recordes, mas não somos capazes de dar educação e saúde para nosso povo que esta morrendo vitima da SECA que assola nosso estado.
Boa noite a todos!!!!!
Delson Sousa
sábado, 16 de março de 2013
Tiririca define relação com Geisy Arruda: ‘carinho de amigo’
O palhaço e deputado federal Tiririca quebrou o silêncio sobre os boatos de que estaria vivendo o início de um romance com Geisy Arruda. Em entrevista à coluna "Retratos da Vida", do jornal "Extra" desta sexta-feira (15), ele afirmou que a relação dos dois é de apenas amizade.
"É carinho de amigo apenas. Sou amigo dela, mas não tem nada disso. Sou casado há 16 anos. Muito bem casado", revelou o artista. Na quarta-feira (13), o colunista Leo Dias, do jornal "O Dia", afirmou que os dois estavam em um restaurante, em São Paulo, e trocaram carícias.
No mesmo dia, mais tarde, Geisy tomou o Twitter, nervosa, e negou o romance. "Pode existir uma amizade, cumplicidade e admiração entre um homem e uma mulher sem ninguém estar se pegando. SIM, eu admiro demais o Tiririca, mas admiro bem mais o Franscisco Everardo Oliveira Silva; e NÃO. definitivamente não estamos nos pegando”, afirmou.
Na época, Geisy também revelou que é amiga do palhaço há cerca de três anos, quando eles se conheceram ainda no "Show do Tom", programa que Tom Cavalcante tinha na Rede Record."Tenho boas relações com várias pessoas daquela época e até hoje quando eles vêm para São Paulo me ligam e saímos pra jantar ou curtir uma baladinha... E Tiririca é um querido amigo", concluiu a loira.
terça-feira, 12 de março de 2013
Qual é o setor que mais gera bilionários no Brasil?
De acordo com a lista dos homens mais ricos do mundo da revista Forbes, é o setor bancário. Dos 46 brasileiros que possuem um patrimônio acima de US$ 1 bilhão, nove são de bancos: Joseph e Moise Safra, do Banco Safra; André Esteves, do BTG; Aloysio de Andrade Faria, do Alfa; Julio Bozano, do grupo Bozano; Lia e Lina Aguiar, do Bradesco; Ana Lucia de Mattos Barretto Villela, do Itaú; e Alfredo Egydio Arruda Villela Filho, também do Itaú. Juntos, os banqueiros somam uma fortuna de US$ 44,4 bilhões, 22% do total acumulado de todos os ricaços, que é de US$ 201 bilhões.
Os meios de comunicação também têm um bom número de representantes, são seis: João Roberto Marinho, Roberto Irineu Marinho e José Roberto Marinho, das Organizações Globo; Roberto Civita, do Grupo Abril; Silvio Santos, do SBT; Edir Macedo, da Record. O patrimônio deles chega a US$ 33,3 bilhões, 16,5% do total, segundo a Forbes.
Jorge Paulo Lemann, Marcel Hermann Telles e Carlos Alberto Sicupira, a trinca dourada da Ab/Inbev, são três dos quatro representantes da cervejarias entre os bilionários. Junto com eles aparece também Walter Faria, do Grupo Petrópolis. Apesar de menos numerosos, eles são mais endinheirados que os representantes do setor de mídia. Além de responderem por 19% da riqueza dos nossos bilionários (US$ 39,3 bilhões), está entre eles o homem mais rico do Brasil, Lemann, com US$ 17,8 bilhões.
O setor de Construção e Infraestrutura também está bem representado, com cinco bilionários. Dirce Navarro de Camargo, da Camargo Corrêa; Ana Maria Marcondes Penido Sant’Anna e Rosa Penido Dalla Vecchia, da CCR; Rubens Menin, da MRV; Victor Gradin, da Odebrecht; somam uma fortuna de US$ 18,4 bilhões, que equivale a 9,15% de todo dinheiro na mão dos bilionários.
Fonte: Época Negócios
sábado, 2 de março de 2013
Honda Bros 125 perde injeção e freio a disco para ser opção acessível
Trail volta ao mercado com motor alimentado por carburador e freio a tambor; preços partem de R$ 7.190
Ao longo dos anos, as fabricantes de motocicletas foram deixando seus
produtos de entrada mais sofisticados, com mais tecnologia: partida
elétrica, injeção eletrônica, freio a disco, painel digital... Essa
"elitização", além de tornar os modelos mais caros, deixou uma grande
lacuna àqueles que procuram motos mais simples e acessíveis.
De olho nesse consumidor, a Honda aumentou sua linha de motocicletas de
uso misto de baixa cilindrada e relançou a Honda NXR Bros 125.
Mais espartana que sua irmã de 150 cc, a "nova" moto da marca chega ao mercado focada naqueles que querem entrar no segmento trail, mas buscam uma opção com preço mais em conta. Afinal, em função do estado geral das vias do país, esse tipo de moto é cada vez mais popular -- prova disso é o quarto lugar da Bros 150 no ranking de vendas de 2012.
Para diferenciar os dois modelos, a Honda decidiu manter o design de 2012 na nova NXR Bros 125 e atualizar somente a versão de 150 cc.
CONJUNTO MECÂNICO
Considerado um retrocesso por alguns, a Honda optou por equipar a nova Bros com um motor monocilíndrico com comando simples no cabeçote (OHC), de 124,8 cm³, alimentado por carburador. Além disso, a moto não conta com o sistema bicombustível e oferece somente freios a tambor.
O propulsor é derivado de uma das motocicletas mais vendidas da marca, a CG 125 Fan. Ele é arrefecido a ar e capaz de gerar 11,6 cv e 1,06 kgfm de torque. O desempenho, claro, não é dos mais empolgantes. Mas atende a uma proposta mais urbana. Além disso, o motor é econômico, silencioso e sua caixa de câmbio de cinco marchas tem trocas suaves e precisas.
Durante o teste, a moto teve um consumo de combustível satisfatório. Em 132 quilômetros na cidade, foram 3,86 litros de gasolina, o que dá uma média de 34,1 km/l. Dependendo da tocada do piloto, a autonomia ainda pode aumentar. O tanque tem 12 litros de capacidade. Confira a ficha técnica:
Honda NXR 150 Bros
+ Motor: Monocilíndrico, OHC, 124,8 cm³, refrigeração a ar.
+ Potência: 11,6 cv a 8.000 rpm.
+ Torque: 1,06 kgfm a 6.500 rpm.
+ Câmbio: Cinco marchas.
+ Alimentação: Carburador.
+ Dimensões: 2.046 mm x 810 mm x 1.139 mm (CxLxA).
+ Peso: 115 kg em ordem de marcha.
+ Tanque: 12 litros.
TERRA OU ASFALTO?
Com um estilo on/off-road, a Bros 125 conta com roda de 19 polegadas na dianteira, que facilita a transposição de obstáculos e aumenta a agilidade nas mudanças de direção, mas também não faz dela uma verdadeira trail. Mas um fator que permite rodar em terra ou asfalto são as suspensões de curso mais longo, que absorvem bem as irregularidades do piso. Na dianteira, a moto usa um garfo telescópico de 180 mm de curso e na traseira, balança monoamortecida com 148,6 mm de curso.
O chassi, do tipo berço semiduplo, garante robustez, resistência e estabilidade à motocicleta, projetada para aguentar trancos e barrancos. Seu baixo peso, de 115 kg na versão testada, e a distância livre do solo de 247 mm deixam essa moto amigável para qualquer biótipo de piloto.
ACABAMENTO SIMPLES
Seguindo uma linha mais espartana, o painel de instrumentos da NXR Bros 125 é simples. Conta com velocímetro, marcador de combustível, hodômetro total (todos analógicos), luzes indicadoras de neutro, piscas e farol alto. Na versão KS, os comandos de punho também são limitados. Do lado esquerdo, somente os botões de acionamento das setas e do farol alto estão disponívels. Do lado direito, nada. Nem mesmo um corta-corrente.
Apesar disso, a trail da Honda já vem equipada com bagageiro, construído em náilon e preparado para receber bauletos. Perfeito para quem costuma carregar bagagem.
MERCADO
Em duas versões, KS (partida a pedal) e ES (partida elétrica), a NXR Bros 125 2013 está disponível nas concessionárias Honda nas cores preta, vermelha e laranja, por um preço público sugerido de R$ 7.190 (KS) e R$ 7.690 (ES); cerca de R$ 1.000 mais barata do que o modelo de 150 cc.
Na briga pela liderança da categoria trail de baixa cilindrada, a moto irá competir com a Yamaha XTZ 125 que, por R$ 7.380 (versão K), também é carburada, mas oferece freio a disco de 220 mm na roda dianteira.
A Traxx Fly 135 é outra opção e vem equipada com partida elétrica e freios a disco na dianteira e na traseira. Em duas versões, uma mais aventureira que a outra, a motocicleta pode ser encontrada por R$ 5.499 (off-road) e R$ 5.599 (uso misto).
Mais espartana que sua irmã de 150 cc, a "nova" moto da marca chega ao mercado focada naqueles que querem entrar no segmento trail, mas buscam uma opção com preço mais em conta. Afinal, em função do estado geral das vias do país, esse tipo de moto é cada vez mais popular -- prova disso é o quarto lugar da Bros 150 no ranking de vendas de 2012.
Para diferenciar os dois modelos, a Honda decidiu manter o design de 2012 na nova NXR Bros 125 e atualizar somente a versão de 150 cc.
Considerado um retrocesso por alguns, a Honda optou por equipar a nova Bros com um motor monocilíndrico com comando simples no cabeçote (OHC), de 124,8 cm³, alimentado por carburador. Além disso, a moto não conta com o sistema bicombustível e oferece somente freios a tambor.
O propulsor é derivado de uma das motocicletas mais vendidas da marca, a CG 125 Fan. Ele é arrefecido a ar e capaz de gerar 11,6 cv e 1,06 kgfm de torque. O desempenho, claro, não é dos mais empolgantes. Mas atende a uma proposta mais urbana. Além disso, o motor é econômico, silencioso e sua caixa de câmbio de cinco marchas tem trocas suaves e precisas.
Durante o teste, a moto teve um consumo de combustível satisfatório. Em 132 quilômetros na cidade, foram 3,86 litros de gasolina, o que dá uma média de 34,1 km/l. Dependendo da tocada do piloto, a autonomia ainda pode aumentar. O tanque tem 12 litros de capacidade. Confira a ficha técnica:
Honda NXR 150 Bros
+ Motor: Monocilíndrico, OHC, 124,8 cm³, refrigeração a ar.
+ Potência: 11,6 cv a 8.000 rpm.
+ Torque: 1,06 kgfm a 6.500 rpm.
+ Câmbio: Cinco marchas.
+ Alimentação: Carburador.
+ Dimensões: 2.046 mm x 810 mm x 1.139 mm (CxLxA).
+ Peso: 115 kg em ordem de marcha.
+ Tanque: 12 litros.
TERRA OU ASFALTO?
Com um estilo on/off-road, a Bros 125 conta com roda de 19 polegadas na dianteira, que facilita a transposição de obstáculos e aumenta a agilidade nas mudanças de direção, mas também não faz dela uma verdadeira trail. Mas um fator que permite rodar em terra ou asfalto são as suspensões de curso mais longo, que absorvem bem as irregularidades do piso. Na dianteira, a moto usa um garfo telescópico de 180 mm de curso e na traseira, balança monoamortecida com 148,6 mm de curso.
O chassi, do tipo berço semiduplo, garante robustez, resistência e estabilidade à motocicleta, projetada para aguentar trancos e barrancos. Seu baixo peso, de 115 kg na versão testada, e a distância livre do solo de 247 mm deixam essa moto amigável para qualquer biótipo de piloto.
ACABAMENTO SIMPLES
Seguindo uma linha mais espartana, o painel de instrumentos da NXR Bros 125 é simples. Conta com velocímetro, marcador de combustível, hodômetro total (todos analógicos), luzes indicadoras de neutro, piscas e farol alto. Na versão KS, os comandos de punho também são limitados. Do lado esquerdo, somente os botões de acionamento das setas e do farol alto estão disponívels. Do lado direito, nada. Nem mesmo um corta-corrente.
Apesar disso, a trail da Honda já vem equipada com bagageiro, construído em náilon e preparado para receber bauletos. Perfeito para quem costuma carregar bagagem.
Preços da cesta básica
| -- Para-lama dianteiro: R$ 46,59 |
| -- Espelho retrovisor: R$ 37,49 (cada) |
| -- Pisca (somente a lente): R$ 4,80 |
| -- Kit Relação -- Corrente: R$ 121,77 |
| -- Coroa: R$ 125,36 |
| -- Pinhão: R$ 17,13 |
| Média de preços de peças originais, pesquisadas em concessionárias da Honda de São Paulo (SP) |
Em duas versões, KS (partida a pedal) e ES (partida elétrica), a NXR Bros 125 2013 está disponível nas concessionárias Honda nas cores preta, vermelha e laranja, por um preço público sugerido de R$ 7.190 (KS) e R$ 7.690 (ES); cerca de R$ 1.000 mais barata do que o modelo de 150 cc.
Na briga pela liderança da categoria trail de baixa cilindrada, a moto irá competir com a Yamaha XTZ 125 que, por R$ 7.380 (versão K), também é carburada, mas oferece freio a disco de 220 mm na roda dianteira.
A Traxx Fly 135 é outra opção e vem equipada com partida elétrica e freios a disco na dianteira e na traseira. Em duas versões, uma mais aventureira que a outra, a motocicleta pode ser encontrada por R$ 5.499 (off-road) e R$ 5.599 (uso misto).
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Quebra-Quebra após jogo deixa 26 ônibus depredados | O POVO
Quebra-Quebra após jogo deixa 26 ônibus depredados | O POVO
Após o jogo entre Fortaleza e Campinense do último domingo, 24, 26 ônibus foram depredados entre as 14 linhas existentes na Capital, de acordo com levantamento realizado pela Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) divulgado nesta terça-feira, 26.
Ainda de acordo com a Etufor, as principais linhas atingidas pelo "quebra-quebra" dos torcedores foram: Parangaba Oliveira Paiva Papicu e Antônio Bezerra Lagoa Unifor. Além dessas, foram atingidas as linhas que saíam dos terminais da Parangaba, da Lagoa e do Antônio Bezerra com destino ao Castelão.
Fonte: O Povo
Após o jogo entre Fortaleza e Campinense do último domingo, 24, 26 ônibus foram depredados entre as 14 linhas existentes na Capital, de acordo com levantamento realizado pela Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor) divulgado nesta terça-feira, 26.
Ainda de acordo com a Etufor, as principais linhas atingidas pelo "quebra-quebra" dos torcedores foram: Parangaba Oliveira Paiva Papicu e Antônio Bezerra Lagoa Unifor. Além dessas, foram atingidas as linhas que saíam dos terminais da Parangaba, da Lagoa e do Antônio Bezerra com destino ao Castelão.
Fonte: O Povo
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